quarta-feira, 17 de agosto de 2016

SALMO 5 DEUS OUVE AS NOSSAS ORAÇÕES

Davi estava em profunda aflição. Este salmo ainda foi escrito no contexto da revolta de Absalão contra o seu pai. Então, Davi faz uma oração singular: “1 Dá ouvidos, Senhor, às minhas palavras e acode ao meu gemido. 2 Escuta, Rei meu e Deus meu, a minha voz que clama, pois a ti é que imploro.”


Ele ora para que Deus ouça a sua oração. Ele já havia orado para que Deus se manifestasse em livramento dos seus inimigos; “Salva-me, Deus meu” (Sl 3:7). Agora, ele pede, ele suplica, ele implora que Deus atenda à sua prece.

Será que Deus ouve as nossas orações? Ele sempre ouve as nossas preces. Seus ouvidos estão sempre, dia e noite, se inclinando para nos ouvir em todo o nosso mais íntimo desejo da alma. Pode ser que nem sempre vai responder exatamente como nós queremos, mas Ele vai nos atender seguramente através dos recursos infinitos da Sua onipotente graça.

Deus atendeu ao clamor do povo de Israel que vivia as maiores angústias em escravidão sob o domínio de Faraó no Egito. Ele atendeu à Ana, que era estéril, dando-lhe um filho que se tornou no profeta Samuel. Ele atendeu à oração mais curta do evangelho, quando Pedro, afundando nas águas revoltas do mar da Galiléia, clamou: “Salva-me, Senhor!” Ele atendeu à igreja primitiva quando orou pela libertação do mesmo apóstolo Pedro que dormia na prisão. E seguramente, há de responder à nossa prece, elevada ao Céu com fé humilde, para que se cumpra a soberana vontade divina.

Davi se dirige a Deus como “Rei meu e Deus meu.” Ele sempre reconheceu o reinado soberano de Deus. Ele sabia que era apenas um representante do Rei celestial, e estava pronto a depor a sua coroa diante do Eterno. A rainha Elizabeth II, quando pela primeira vez ouviu o “Aleluia de Handel”, quebrou o protocolo e, para admiração de todos os seus oficiais, levantou-se em humilde reconhecimento diante de Cristo, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

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domingo, 31 de julho de 2016

Salmo 121 – Comentário devocional


magine-se um peregrino caminhando para Jerusalém, indo celebrar uma das festas. De longe, você avista o “Santo Monte”, o lugar onde o glorioso Templo está.
Para você, um viajante cansado, manter os olhos em direção ao Templo significa manter os seus olhos em Quem sempre te sustenta, aquEle que faz com que você mantenha o foco correto da vida, aquEle que mantém você caminhando, mesmo quando a estrada é difícil.
Para um viajante nos tempos bíblicos, a viagem era difícil, as estradas rochosas, poeirentas e às vezes perigosas. Não só o calor do dia era sufocante, mas o terror da noite era desgastante.
Manter os olhos no Senhor e confiar na Sua proteção não era apenas um benefício extra, mas uma necessidade para estes viajantes cansados.
Que estes versos tragam conforto em sua caminhada para o lar eterno, amigo peregrino. Tenha a certeza que o Senhor cuidará de seu ir e vir, não só agora, mas sempre!
Cindy Nash
Estados Unidos

terça-feira, 28 de junho de 2016

Salmo 2


  1. Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vàs?
  2. Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo:
  3. Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas.
  4. Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles.
  5. Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará.
  6. Eu, porém, ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião.
  7. Proclamarei o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.
  8. Pede-me, e eu te darei os gentios por herança, e os fins da terra por tua possessão.
  9. Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro.
  10. Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra.
  11. Servi ao Senhor com temor, e alegrai-vos com tremor.
  12. Beijai o Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira; bem-aventurados todos aqueles que nele confiam.
Salmos 2:1-12

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Salmo 1



Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.
Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.
Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.
Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.
Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.
Salmos 1:1-6

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Salmo 18 ó Senhor minha força

  1. Eu te amo, ó Senhor, minha força.
  2. O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta.
  3. Clamo ao Senhor, que é digno de louvor, e estou salvo dos meus inimigos.
  4. As cordas da morte me enredaram; as torrentes da destruição me surpreenderam.
  5. As cordas do Sheol me envolveram; os laços da morte me alcançaram.
  6. Na minha aflição clamei ao Senhor; gritei por socorro ao meu Deus. Do seu templo ele ouviu a minha voz; meu grito chegou à sua presença, aos seus ouvidos.
  7. A terra tremeu e agitou-se, e os fundamentos dos montes se abalaram; estremeceram porque ele se irou.
  8. Das suas narinas subiu fumaça; da sua boca saíram brasas vivas e fogo consumidor.
  9. Ele abriu os céus e desceu; nuvens escuras estavam sob os seus pés.
  10. Montou um querubim e voou, deslizando sobre as asas do vento.
  11. Fez das trevas o seu esconderijo, das escuras nuvens, cheias de água, o abrigo que o envolvia.
  12. Com o fulgor da sua presença as nuvens se desfizeram em granizo e raios,
  13. quando dos céus trovejou o Senhor, e ressoou a voz do Altíssimo.
  14. Atirou suas flechas e dispersou os inimigos, com seus raios os derrotou.
  15. O fundo do mar apareceu, e os fundamentos da terra foram expostos pela tua repreensão, ó Senhor, com o forte sopro das tuas narinas.
  16. Das alturas estendeu a mão e me segurou; tirou-me das águas profundas.
  17. Livrou-me do meu inimigo poderoso, dos meus adversários, fortes demais para mim.
  18. Eles me atacaram no dia da minha desgraça, mas o Senhor foi o meu amparo.
  19. Ele me deu total libertação; livrou-me porque me quer bem.
  20. O Senhor me tratou conforme a minha justiça; conforme a pureza das minhas mãos recompensou-me.
  21. Pois segui os caminhos do Senhor; não agi como ímpio, afastando-me do meu Deus.
  22. Todas as suas ordenanças estão diante de mim; não me desviei dos seus decretos.
  23. Tenho sido irrepreensível para com ele e guardei-me de praticar o mal.
  24. O Senhor me recompensou conforme a minha justiça, conforme a pureza das minhas mãos diante dos seus olhos.
  25. Ao fiel te revelas fiel, ao irrepreensível te revelas irrepreensível,
  26. ao puro te revelas puro, mas com o perverso reages à altura.
  27. Salvas os que são humildes, mas humilhas os de olhos altivos.
  28. Tu, Senhor, manténs acesa a minha lâmpada; o meu Deus transforma em luz as minhas trevas.
  29. Com o teu auxílio posso atacar uma tropa; com o meu Deus posso transpor muralhas.
  30. Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do Senhor é comprovadamente genuína. Ele é um escudo para todos os que nele se refugiam.
  31. Pois quem é Deus além do Senhor? E quem é rocha senão o nosso Deus?
  32. Ele é o Deus que me reveste de força e torna perfeito o meu caminho.
  33. Torna os meus pés ágeis como os da corça, sustenta-me firme nas alturas.
  34. Ele treina as minhas mãos para a batalha e os meus braços para vergar um arco de bronze.
  35. Tu me dás o teu escudo de vitória; tua mão direita me sustém; desces ao meu encontro para exaltar-me.
  36. Deixaste livre o meu caminho, para que não se torçam os meus tornozelos.
  37. Persegui os meus inimigos e os alcancei; e não voltei enquanto não foram destruídos.
  38. Massacrei-os, e não puderam levantar-se; jazem debaixo dos meus pés.
  39. Deste-me força para o combate; subjugaste os que se rebelaram contra mim.
  40. Puseste os meus inimigos em fuga e exterminei os que me odiavam.
  41. Gritaram por socorro, mas não houve quem os salvasse; clamaram ao Senhor, mas ele não respondeu.
  42. Eu os reduzi a pó, pó que o vento leva. Pisei-os como à lama das ruas.
  43. Tu me livraste de um povo em revolta; fizeste-me o cabeça de nações; um povo que não conheci sujeita-se a mim.
  44. Assim que me ouvem, me obedecem; são estrangeiros que se submetem a mim.
  45. Todos eles perderam a coragem; tremendo, saem das suas fortalezas.
  46. O Senhor vive! Bendita seja a minha Rocha! Exaltado seja Deus, o meu Salvador!
  47. Este é o Deus que em meu favor executa vingança, que a mim sujeita nações.
  48. Tu me livraste dos meus inimigos; Sim, fizeste-me triunfar sobre os meus agressores, e de homens violentos me libertaste.
  49. Por isso eu te louvarei entre as nações, ó Senhor; cantarei louvores ao teu nome.
  50. Ele dá grandes vitórias ao seu rei; é bondoso com o seu ungido, com Davi e os seus descendentes para sempre.

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